quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Como conseguir mais clientes na advocacia

É comum ouvirmos por aí: “fazer marketing jurídico é caro”. Esta talvez seja a maior lenda que circula no mundo da advocacia. Só que ela é tão real quanto a Branca de Neve.

O marketing jurídico é totalmente calcado em estratégia (pensar não custa dinheiro), no foco (para seu nome ou da banca ficar mais conhecido em um determinado segmento), no posicionamento (onde você ou a banca irá aparecer mais) e no conhecimento tangibilidade. Está mais do que comprovado que um sócio que efetivamente se apresenta para o mercado como gerador de conteúdo (como palestras, artigos, aulas, reuniões) gera resultados progressivamente. Advogados que se fecham para o mundo da comunicação, trancam-se no seu monastério para não serem vistos, colherá muito pouco. Não adianta nem reclamar.

Fazer marketing jurídico não é uma questão financeira, é uma questão de determinação, foco e disciplina.

Uma dica prática é reservar um percentual (de 3 a 5%) do lucro líquido do escritório e guardar numa conta à parte para financiar estratégias mais ousadas. Os sócios devem entender essa reserva como se fosse um ‘tributo’ a ser recolhido, uma obrigação. Captar cliente não é custo, e sim investimento. E a ponte que transforma o custo em investimento é o marketing jurídico estratégico. Não existe magia, mas esforço individual e mente aberta para negócios.

Procure identificar comunidades onde os seus serviços possam se espalhar, tais como associações, câmaras de comércio, segmentos econômicos, centros médicos, sindicatos e assim por diante. As combinações são infinitas. O problema é administrar o que oferecer e quando oferecer. Um advogado tributarista pode se aproximar de câmaras de comércio, sindicatos de um determinado segmento ofertando palestras sobre ‘como os tributos podem derrubar uma empresa’. Ou criar uma linha de produto-tema sobre ‘gestão de risco tributário’. E assim aos poucos ganhando confiança para palestras sobre ‘como se aposentar’ e com isso conquistar uma respeitável carteira de clientes.

É o que um advogado tem para ofertar: seu conhecimento e o tempo. Isto é um bom marketing jurídico. Simples, poderoso e eficaz.

Referência: http://goo.gl/dWLqoE
Marque presença na internet

O Art. 5º do Provimento 94/2000 admite como lícita, para fins de divulgação, a utilização de internet, fax, correio eletrônico e outros meios de comunicação semelhantes. Mas fique atento, pois a utilização desses veículos deve ser compatível com o código de ética profissional.
Para estar presente na web, siga estas dicas: 
Invista em site com layout bem estruturado e que demonstre profissionalismo ao fornecer as informações sobre você; 
Dedique-se a um blog que servirá de fonte de pesquisa para outros profissionais e clientes na advocacia em potencial, além de compartilhar artigos e notícias de credibilidade; 
Saiba diferenciar as funções de cada rede social. O LinkedIn é voltado para networking de perfis profissionais e o Facebook, apesar de ser voltado ao entretenimento, permite que você restabeleça contatos que podem se converter em clientes; 
Evite cair na tentação do mero anúncio publicitário. Estar na lista telefônica e nos classificados é permitido e incentivado, mas não deixe que seu conhecimento seja visto como um produto em uma prateleira. 

Invista em um site inteligível e expressivo

Muitas vezes, o primeiro contato que um potencial cliente tem com o escritório é através da Internet. Por isso, é importante investir em um portal ou blog com boa diagramação e uso intuitivo. É essencial que as informações fornecidas sejam claras e que as fotos do local de trabalho sejam bem produzidas.

Além disso, vale apostar na navegabilidade e no design responsivo (que priorize todos os dispositivos de acesso, como tablets e celulares): é fundamental que o portal permita uma fácil navegação, contribuindo para a concretização de um contato futuro.

Referência: http://goo.gl/eN4WnE

Trabalhar seu networking, rede de relacionamentos profissionais, para receber indicação de novos clientes;

– desenvolver parcerias com outros advogados e profissionais de áreas correlatas para proporcionar uma troca circular de informações e clientes, sempre resguardando os limites impostos pelo código de ética da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB;

– participar ativamente de entidades de classe e ONG’s, para conseguir visibilidade pessoal e profissional;

– escrever artigos sobre assuntos de interesse público em sua área de conhecimento, publicando-os em sites, jornais e revistas;

– ministrar palestras sobre temas que interessam a membros de associações e entidades de classe.

Como lidar com clientes não lucrativos?


Este é um assunto importante e que deve ser tratado de modo profissional e ético, levando-se em conta os interesses dos clientes e a necessidade gerencial do negócio. A verdade é que muitos escritórios atendem clientes para os quais não estão adaptados. O resultado é que estes clientes tornam-se insatisfeitos por não serem atendidos adequadamente e os escritórios, por outro lado, os vêem como clientes não lucrativos. O que fazer? Simplesmente faça um estudo das características do escritório e defina o perfil de clientes que melhor se adaptam a estas características. O escritório deve concentrar esforços para atrair clientes com estes perfis e, gradativamente, encaminhar os clientes que não se enquadram nestas características para escritórios de parceiros que possam atendê-los melhor.


Conciliando marketing com o código de ética do setor

No setor jurídico, o código de ética tem sido apontado, com freqüência, como empecilho para a implantação do marketing nos escritórios, por sugerir ações de propaganda e publicidade que são proibidos pelo código. No entanto, marketing é muito mais do que anúncios em jornais, como pensam alguns profissionais da advocacia, e é por isto que existe certo preconceito por parte dos setores menos informados.


Estudando o código de ética e analisando as possibilidades do marketing no setor jurídico, percebemos que é perfeitamente possível conciliar o código com as necessidades comerciais do setor para promover a imagem de profissionais e escritórios, conquistando continuamente novos clientes.

Referência: http://goo.gl/Lm1eRG


Este artigo foi feito baseado em pequenos resumos pesquisados em diversos sites, e suas referências foram deixadas no decorrer do texto para leitura completa do artigo no site origem.


FONTE: Chocopress